Polícia investiga morte do traficante ‘Toninho do Pó’ em hospital no DF

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Por Afonso Ferreira, G1 DF

Fachada do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no DF — Foto: Google/ReproduçãoFachada do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no DF — Foto: Google/Reprodução

Fachada do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no DF — Foto: Google/Reprodução

A Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), investiga a morte de Antônio Cesar Campanaro, conhecido como “Toninho do Pó”. Ele morreu na última quarta-feira (2), no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Preso em 2018, ele foi apontado pela Polícia Civil como o chefe de uma quadrilha que cometia crimes como tráfico de drogas, roubo, furto e desvio de carga. O depoimento do suspeito também levou à prisão de policiais militares que teriam envolvimento com crimes (entenda abaixo).

Antônio cumpria pena no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciário da Papuda. Segundo a subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), após passar mal dentro do presídio, ele precisou ser escoltado para atendimento médico no Hran, mas morreu na unidade de saúde.

 Secretaria de Saúde informou que não fornece quadro clínico ou outras informações de pacientes internados na rede pública.

Policiais civis chegaram a Brasília com apreensões da operação Torre de Babel — Foto: TV Globo/ReproduçãoPoliciais civis chegaram a Brasília com apreensões da operação Torre de Babel — Foto: TV Globo/Reprodução

Policiais civis chegaram a Brasília com apreensões da operação Torre de Babel — Foto: TV Globo/Reprodução

Prisão do ‘Toninho do Pó’

Antônio Cesar Campanaro foi preso em 10 de outubro de 2018, durante a operação Torre de Babel, da Polícia Civil do DF. De acordo com os investigadores, ele era chefe de uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, roubos, furtos, desvios de cargas e lavagem de dinheiro.

À época da prisão, foram encontrados cerca de R$ 80 mil em dinheiro dentro do fundo falso de uma caminhonete atribuída a “Toninho do Pó” pela polícia. Segundo a corporação, além do DF, a quadrilha agia em Santa Catarina, Pernambuco, Bahia, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul.

O depoimento de “Toninho do Pó” também levou à deflagração da operação Dolus Malus, que resultou na prisão de 16 policiais militares. Segundo as investigações, o grupo teria desviado parte da droga apreendida com o suspeito durante uma abordagem. Também mantido “Toninho” em cárcere privado.

Adaptações: Alexandre Torres

Guará News

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