Buraco na Rodoviária do Plano assusta pedestres e motoristas

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email

Buraco na Rodoviária do Plano assusta pedestres e motoristas

Problema maior apareceu no primeiro dia de 2020, mas frequentadores do local afirmam que afundamento do asfalto ocorre há muito mais tempo

Andre Borges/Especial para o Metrópoles

ANDRE BORGES/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

m buraco de cerca de 1 metro de profundidade se abriu na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), técnicos já vistoriaram o local e não encontraram qualquer problema na rede de drenagem. Não há, segundo eles, riscos de desabamento.

O problema foi detectado na quarta-feira (01/01/2019) e os reparos serão executados nesta quinta-feira (02/01/2019). Em nota, a companhia informou que “o local está interditado para o tráfego de veículos e pedestres”. Pela rodoviária passam 700 mil pessoas por dia, em média.

No entanto, no estacionamento do terminal na manhã desta quinta  notamos apenas uma placa impedindo veículos de estacionarem nas duas vagas ocupadas pelo buraco.

O governo do Distrito Federal (GDF) já publicou edital de chamamento para buscar grupos que tenham interesse em firmar parceria público-privada (PPP). A convocação inclui projeto de gestão, modernização, conservação e exploração do local, além de criar áreas comerciais.

Romildo Bezerra de Moraes, 56 anos, trabalha lavando carros no estacionamento há cerca de 30 anos e conta que o buraco no asfalto se abriu há pelo menos seis meses. “Começou raso e foi afundando com o tempo até ceder mais. Se colocar um carro aí, desce”, comenta.

ara a motorista Thamires Araújo Ribeiros, 28, passar de carro próximo ao local “dá uma certa aflição”. “Apesar de o governo agora estar recuperando mais esses pontos em Brasília, dá uma insegurança, porque deixaram chegar nesse ponto”, considera.

Marcos Rafael de Assis, 30, pega ônibus para o trabalho durante a semana e passa frequentemente pelo estacionamento ao lado do Teatro Nacional. Para ele, a situação é “um descaso”.

“O centro de Brasília estar assim é um problema, porque deixaram ficar desse jeito. Dá um medo, porque a gente nunca sabe se pode cair ou não. Choveu aqui, eu já ando com medo, nas passarelas, nos viadutos”, diz ele.

 

Você também pode querer ler